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Robôs Sentem ‘Dor’? Pele Eletrônica Imita Reflexos Humanos e Promete Segurança

Robôs Sentem ‘Dor’? Pele Eletrônica Imita Reflexos Humanos e Promete Segurança
Robôs Sentem ‘Dor’? Pele Eletrônica Imita Reflexos Humanos e Promete Segurança

Robôs mais seguros com pele eletrônica inspirada no sistema nervoso

Cientistas desenvolveram uma pele eletrônica que replica o sistema nervoso humano, permitindo que robôs detectem pressão, identifiquem danos e reajam instantaneamente a estímulos perigosos. O objetivo é garantir que robôs que interagem em ambientes como casas e hospitais sejam mais seguros e intuitivos.

Como funciona a pele eletrônica neuromórfica?

Diferente de sensores de pressão convencionais, a NRE-skin processa a importância do estímulo no próprio material. A pele é composta por um revestimento protetor (epiderme) e sensores que funcionam como fibras nervosas.

A NRE-skin envia um pulso elétrico a cada 75-150 segundos para indicar que está tudo bem. Se a pele é danificada, o sinal cessa, alertando sobre a área comprometida. Em caso de toque, a pele emite sinais sobre a pressão. Se a força ultrapassar um limite, um pico de alta voltagem é enviado diretamente aos motores, gerando um reflexo imediato.

Essa “via rápida” evita atrasos que poderiam resultar em acidentes.

Manutenção e impacto prático

A NRE-skin possui módulos magnéticos, facilitando a substituição de áreas danificadas, o que reduz o tempo de inatividade e os custos de reparo.

Em termos práticos, a NRE-skin oferece uma camada de instinto, protegendo contra danos antes que o processamento central ocorra. Em hospitais e residências, robôs equipados com essa tecnologia podem reagir rapidamente a situações perigosas, evitando acidentes.

A monitorização contínua da pele permite identificar falhas precocemente, e o reparo modular minimiza interrupções.

Da redação do Movimento PB.

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