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Economist detona Lula: idade e economia ‘medíocre’ põem reeleição em risco

Economist detona Lula: idade e economia ‘medíocre’ põem reeleição em risco
Economist detona Lula: idade e economia ‘medíocre’ põem reeleição em risco

The Economist questiona capacidade de Lula para novo mandato

Em artigo recente, a revista britânica The Economist questiona a viabilidade de Luiz Inácio Lula da Silva disputar a reeleição. A publicação aponta a idade avançada do presidente, 80 anos, e o desempenho considerado medíocre de sua política econômica como fatores de risco para o Brasil.

A revista compara a situação de Lula à de Joe Biden, que também enfrentou críticas devido à idade durante sua campanha presidencial nos Estados Unidos. “Lula tem apenas um ano a menos do que Joe Biden tinha no mesmo momento do ciclo eleitoral de 2024 nos Estados Unidos, e isso terminou de forma desastrosa”, diz a publicação.

Apesar de reconhecer que Lula parece estar em melhor forma física do que Biden, a The Economist lembra que o presidente brasileiro já passou por problemas de saúde, como a cirurgia para estancar um sangramento interno após uma queda em dezembro de 2024. A revista ressalta que, caso cumpra mais um mandato completo, Lula terá 85 anos ao se aposentar.

Críticas à política econômica e escândalos de corrupção

A The Economist também critica a política econômica de Lula, classificando-a como “medíocre” e focada em políticas de transferência de renda, com medidas de aumento de impostos desfavoráveis às empresas. A revista também menciona os escândalos de corrupção que marcaram os governos anteriores de Lula, pelos quais muitos brasileiros ainda o responsabilizam.

A publicação observa que Lula não preparou um sucessor, assim como Biden. O nome de Fernando Haddad chegou a ser cogitado, mas foi descartado por ser considerado “intelectual demais”. A The Economist avalia que Lula faria um favor ao país e a seu legado se desistisse de concorrer à reeleição, abrindo espaço para uma disputa mais equilibrada e para o surgimento de um novo líder de centro-esquerda.

Disputa na direita e o nome de Tarcísio de Freitas

Na direita, a The Economist aponta para uma disputa acirrada pela sucessão de Jair Bolsonaro, que está preso. A revista menciona a possibilidade de Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente, concorrer, mas avalia que ele é impopular e dificilmente venceria Lula. Nesse cenário, a revista destaca o nome de Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, como um candidato mais competitivo e com chances de unificar a direita.

A The Economist defende que o Brasil precisa de uma disputa eleitoral genuína em 2026, com candidatos novos e viáveis. A revista sugere que os partidos de direita se unam em torno de um candidato que possa superar a polarização dos últimos anos, defendendo um nome de centro-direita que reduza a burocracia, preserve o meio ambiente, combata o crime e respeite o Estado de Direito.

Da redação do Movimento PB.

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