Gigantes da Literatura em Domínio Público no Ano Novo

O que significa ‘domínio público’?
Em 2026, obras de autores falecidos em 1955 entrarão em domínio público. Isso significa que as obras poderão ser utilizadas livremente, sem a necessidade de pagamento de direitos autorais.
No Brasil, a lei determina que obras de autores falecidos há mais de 70 anos entrem em domínio público a partir de 1º de janeiro do ano seguinte ao falecimento. Prepare-se para redescobrir clássicos!
Thomas Mann: Um gigante da literatura alemã
Entre os autores que entram em domínio público está Thomas Mann (1875–1955), vencedor do Nobel de Literatura em 1929. Conhecido por obras como A Morte em Veneza, Doutor Fausto e A Montanha Mágica, Mann explorou as tensões entre indivíduo e sociedade.
A editora Zain lança, em janeiro, uma edição especial de A Morte em Veneza, com o libreto da ópera homônima de Benjamin Britten, traduzido por Júlio Castañon Guimarães, e posfácios de João Silvério Trevisan e Dieter Borchmeyer.
A Penguin-Companhia também lançará uma edição de A Montanha Mágica em janeiro. A Todavia planeja publicar outros livros de Mann em 2027.
Dale Carnegie e a arte de influenciar pessoas
Dale Carnegie (1888–1955), escritor e palestrante americano, também entra em domínio público. Autor do best-seller Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, Carnegie revolucionou o campo do desenvolvimento pessoal com seus princípios de comunicação e liderança.
Outras obras notáveis de Carnegie incluem Como Falar em Público e Encantar Pessoas e Como Evitar Preocupações e Começar a Viver.
Outros autores que se juntam ao domínio público
- James Agee (1909-1955): Escritor, jornalista e roteirista, autor de Elogiemos os Homens Ilustres e Uma Morte em Família.
- Wallace Stevens (1879–1955): Poeta modernista americano, explorou a relação entre imaginação e realidade.
- Robert P. Tristram Coffin (1892–1955): Poeta e professor americano, celebrou a cultura e a paisagem da Nova Inglaterra.
Da redação do Movimento PB.
