Cabedelo: Eleição sob risco? Juíza avalia convocar o Exército

Eleição suplementar de Cabedelo pode ter reforço federal na segurança
A eleição suplementar em Cabedelo, agendada para 12 de abril, pode ter um componente extra de tensão: a segurança. Com as convenções partidárias se aproximando, a Justiça Eleitoral avalia a necessidade de convocar tropas federais para garantir a ordem e evitar interferências, especialmente do tráfico de drogas.
A sombra da insegurança não é nova na cidade. A cassação do mandato do prefeito André Coutinho e de sua vice, Camila Holanda, em 2024, já havia levantado o debate sobre a necessidade de reforço na segurança durante o processo eleitoral. Na época, a Justiça Eleitoral aprovou o envio de tropas federais.
‘Situação nunca é descartada’, diz juíza
A juíza Thana Carneiro Rodrigues, em declarações recentes, não descartou a possibilidade de solicitar novamente o apoio das forças federais. “As forças de segurança estão bem atentas e a gente acredita que isso será reforçado em Cabedelo”, afirmou a magistrada, ressaltando que a decisão final dependerá do desenrolar dos acontecimentos durante o período eleitoral.
Disputa acirrada à vista
Enquanto a questão da segurança paira sobre o pleito, alguns nomes já se destacam como possíveis candidatos à prefeitura: o atual prefeito interino, Edvaldo Neto, o deputado Walber Virgolino e o presidente da Companhia Docas, Ricardo Barbosa.
A eleição suplementar em Cabedelo promete ser um teste para a democracia local, com a segurança pública no centro das atenções e a Justiça Eleitoral atenta a qualquer sinal de instabilidade.
Da redação do Movimento PB.
