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Forças Especiais dos EUA atuaram de forma cirúrgica na captura Nicolás Maduro

Forças Especiais dos EUA atuaram de forma cirúrgica na captura Nicolás Maduro

Ação relâmpago, descrita como “aula de guerra cirúrgica”, envolveu a Delta Force e pilotos de elite; presidente venezuelano já estaria sob custódia norte-americana.


Em uma operação militar de precisão e velocidade avassaladora, forças especiais dos Estados Unidos capturaram o presidente venezuelano Nicolás Maduro na madrugada deste sábado. A missão, classificada por analistas militares como uma “aula magistral de guerra cirúrgica”, teve início pontualmente às 02h00, horário local, e durou apenas alguns minutos até a extração completa do alvo.

A ofensiva terrestre foi liderada pelo 1º Destacamento Operacional das Forças Especiais, a famosa Delta Force — unidade de elite de “nível um” do Exército dos EUA, especializada em contraterrorismo e resgate de reféns. O transporte e apoio tático ficaram a cargo do 160º Regimento de Aviação de Operações Especiais, os “Nightstalkers”, pilotos treinados para voar em baixa altitude e escuridão total.

Caos calculado e distração

Para garantir o sucesso da captura na residência presidencial, os Estados Unidos executaram uma série de ataques diversionários coordenados. Explosões atingiram a base aérea de La Carlota e o complexo militar de Fuerte Tiuna, em Caracas.

A estratégia forçou o regime a concentrar suas forças de reação rápida nesses pontos estratégicos, deixando a segurança pessoal de Maduro vulnerável e isolada. Semanas antes, aeronaves de guerra eletrônica EA-18G Growler já operavam na região, bloqueando radares e cegando as comunicações defensivas venezuelanas.

Infiltração e “Captura, não morte”

Apoiados pelo grupo de ataque do porta-aviões USS Gerald R. Ford, posicionado no Caribe, helicópteros MH-47G Chinook e MH-60 Black Hawk (variantes fortemente armadas) voaram ao nível dos telhados para evitar a detecção.

Utilizando técnicas de combate em ambientes confinados (CQB), os operadores da Delta Force neutralizaram a guarda presidencial com o que fontes descrevem como “velocidade e violência de ação”. A ordem expressa da missão era clara: “Capture, not kill” (Capturar, não matar), com o objetivo de levar Maduro a julgamento por acusações de narcoterrorismo.

Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram detidos e retirados do país antes que qualquer caça venezuelano pudesse decolar. Quando a vice-presidente Delcy Rodríguez exigiu “prova de vida”, o líder venezuelano já estava fora do espaço aéreo nacional, sob custódia dos EUA.

Traduzido e adaptado de Republic World.

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