Novo bloco econômico global desafia Trump e une Europa e América do Sul
União Europeia e Mercosul desafiam protecionismo de Trump e criam gigante zona de livre comércio, reconfigurando o cenário econômico global.
União Europeia e Mercosul desafiam protecionismo de Trump e criam gigante zona de livre comércio, reconfigurando o cenário econômico global.
Trump acusa a Venezuela de roubo de petróleo e usa o caso como alerta para a América Latina, sinalizando alinhamento ou retaliação.
Senado dos EUA aprova orçamento militar recorde de US$ 901 bilhões, impulsionando expansão da frota e gerando polêmicas sobre ataques e auxílio militar.
A poderosa irmã de Kim Jong-un, Kim Yo-jong, foi flagrada com um celular dobrável de luxo chinês, avaliado em US$ 1.379, em um país onde a população vive com salários de até US$ 3 por mês.
A China alcançou um superávit comercial histórico de US$ 1 trilhão, marcando um novo capítulo na economia global. Entenda o que esse número significa para a potência asiática e o impacto nas relações comerciais mundiais.
O Nobel de física John Martinis alerta que a China está perigosamente próxima de superar os EUA na computação quântica. Com investimentos massivos e avanços rápidos, Pequim ameaça a liderança tecnológica global de Washington, que agora corre contra o tempo.
Criada para afastar a Europa, a Doutrina Monroe se tornou justificativa para o imperialismo dos EUA na América Latina. Hoje, em meio à ascensão chinesa, o conceito ressurge, gerando debates sobre hegemonia e autonomia regional.
ABIN e PF alertaram o presidente Lula sobre riscos à soberania latino-americana. Relatório aponta que crime organizado e fragilidades internas podem ser pretexto para intervenções externas, especialmente dos EUA, sob a justificativa de “narcoterrorismo”, com foco na Venezuela e na Amazônia.
Donald Trump celebrou a suspensão de importações de soja brasileira pela China como uma vitória para os EUA, mas dados oficiais mostram que os ganhos americanos foram modestos, levantando questionamentos sobre a retórica e a realidade comercial.
Gigantes chinesas como Alibaba e ByteDance estão movendo o treinamento de seus modelos de IA para data centers no Sudeste Asiático, como Singapura e Malásia, para contornar as restrições de chips avançados da Nvidia impostas pelos EUA e as exigências domésticas da China. Essa estratégia redefine a corrida global da inteligência artificial em um cenário de crescentes tensões geopolíticas e tecnológicas.